
Como não falar de The Cramberries, mais uma vez mulher no vocal e arrasando. Tenho algo com bandas irlandesas, ou será que elas têm algo comigo??? (Ana Luiza Falcão)
Primeiro álbum da banda e mostrou pra que veio. A prova disso é que estão na ativa até hoje, batendo recordes de venda. (Raphael Loureiro)
Ten era muito mais do que o tal grunge em que foram englobados. Ele tinha o ar juvenil característico do tal movimento, mas continha uma veia poética fortemente injetada. A interpretação das letras pelo excelente vocalista Eddie Vedder, fez de Ten, um disco de rock emotivo ao extremo. Bermudas e poemas na medida certa. (Bruno Eduardo)
The Colour And The Shape – FOO FIGHTERS
Ah, o segundo disco. A tradição reza que o segundo disco é a prova de fogo para uma banda. Dave Grohl tratou logo de jogar esse “tabu” no lixo. Da mesma forma que exorcizou o espírito de sua ex-banda, que perdurava em vir presa ao seu nome. A essência do rock vem com “E” maiúsculo neste trabalho. Parece um disco todo costurado, as faixas foram cirurgicamente emendadas para que ninguém ouse pular nada. Nem uma virada, nem um berro, nem uma melodia. Todo grande disco de Rock teria de ser assim. Esse Dave Grohl é “o cara”! (Bruno Eduardo)

Porque é um verdadeiro tapa na cara do povo mais conservador, que acha que elementos eletrônicos não podem fazer parte de uma banda de rock. Trent Reznor provou que sim, e da mesma forma que eu modifiquei os meus conceitos e abri a mente após ouví-lo, muita gente certamente também o fez. Verdadeiro divisor de águas. (Luciano Cirne)

O maior sucesso comercial desta banda de São Francisco, tão diferente de tudo que o rock tinha produzido até então. Tinha de tudo no “liquidificador sonoro” do Faith no More: bateria “tribal-punk”, baixo funkeado, teclados pop-progressivos, guitarras distorcidas no talo e o vocalista mais carismático, versátil e talentoso de sua geração (Mike Patton), todos esses elementos extremamente bem costurados em formatos de música pop. O maior legado deste disco e do FNM foi mostrar que originalidade e a indústria podem falar a mesma língua, coisa rara no pouco inovador cenário musical atual. (Douglas Moura)

Lembro de ver o Tim Maia cantando na TV quando eu era garoto. Primavera foi um sucesso tremendo à época e trouxe o grande Tim para o meu mundinho. O disco que escolhi é o terceiro que ele lançou. Claro que eu poderia ter escolhido outros. Eu nunca deixo de ouvir Tim Maia. Neste momento, este é o disco dele que ando ouvindo com mais freqüência. Por quê? Por causa de faixas como Idade, Canário do Reino, O Quem Me Importa, Lamento, Sofre e Pelo Amor de Deus. Preciso dizer mais ? (Zeca Azevedo)

Um monstro de sete cabeças. Veloz, cadenciado, furioso, doce e dançante. O Living Colour produziu este trabalho em laboratório. Um dos discos mais impressionantes da história. (Bruno Eduardo)

Esse disco é uma droga pesada. No bom sentido lógico. Toxicity me viciou por muito tempo. Certamente se tornou um marco na história. Com este trabalho, o SOAD virou modinha entre os roqueirinhos, mas mesmo assim, não perdeu a postura. A banda ganhou fama mundial e se tornou fácil aos ouvintes, mas toda a expressão do disco, é algo bem acima dos holofotes. Isso sim é a tão procurada atitude. (Bruno Eduardo)
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